Relato ENaPET
- Farinha e Vinicius
- 7 de ago. de 2016
- 2 min de leitura
Entre os dias primeiro e cinco, um de nossos integrantes, o petiano Vinícius, viajou em torno de 3.000 km para participar do Encontro Nacional dos PET's (ENaPET), que ocorreu em Rio Branco (AC) na Universidade Federal do Acre. E aqui temos um pequeno relato sobre a experiência do nosso querido integrante no evento:
Meu primeiro ENaPET

Cheguei ao evento um tanto quanto perdido. Primeiro que era o único do meu grupo que conseguiu comparecer ao evento e segundo que esse era o primeiro grande encontro rela-cionado ao PET que eu estava participando. No entanto, esse sentimento logo passou. Eu não me sentia alheio ao que estava acontecendo, pelo contrário, me sentia no lugar certo falando sobre coisas que queria falar, aprendendo uma infinidade de coisas sobre o Programa, sobre a graduação, sobre as pessoas e até sobre eu mesmo.
Passado um ou dois dias desde o início do evento, não queria mais que aquela semana tivesse fim. Uma semana repleta de amizades, de aprendizado, de troca de experiências. Chegou um momento em que percebi que eu não estava apenas participando de um evento da universidade para apresentar um trabalho, fazer um minicurso e assistir peças teatrais. Eu percebi que estava lá porque faço parte de uma família, a família petiana, que é muito mais do que um projeto da universidade ou então apenas uma oportunidade de bolsa.
Percebi também, que um tema muito recorrente nos eventos do Programa é a questão de como fortalecer o PET. Pra mim a solução é simples, motivar e fazer o máximo para que o maior nú-mero de petianos consigam comparecer nos eventos. Eu acho impossível que alguém vá a um evento desses e não volte se sentindo mais petiano, se sentindo fazendo parte de tudo isso que o PET é, que não tenha mais interesse em conhecer melhor o programa e o principal, sem querer defender o fantástico programa que o PET é.
Para finalizar, acredito que todos nós, petianos, devemos nos esforçar ainda mais para que o número de petianos participantes nos eventos continue crescendo e dessa forma fazer com o que as IES e o MEC valorizem o programa da maneira que é preciso. Afinal de contas, somos chamados de petianos e assim o PET está no nosso nome, logo, SIM NÓS SOMOS O PET e por isso não podemos deixá-lo morrer.
Petiano Vinicius de Souza Paulus.